
“Parei mesmo (de jogar), até tive convites de mais três clubes quando saí do Sport, mas acabei recusando. O último clube fica sendo o Sport”, iniciou. “Um de Recife veio atrás, um de Minas e um de São Paulo para disputar o Paulista deste ano, mas eu não aceitei”.
Magrão deixou o Sport em junho de 2019, 14 anos depois da chegada ao clube, onde se sagrou como o maior detentor de jogos e títulos, com 732 partidas e 10 troféus. E a saída se deu de maneira tensa. No retorno do clube após paralisação da Copa América, o ídolo rubro-negro não se reapresentou, pedindo, dias depois, rescisão indireta por débitos em atraso.
Se o motivo do rompimento ocorreu por questões extra-campo, dentro das quatro linhas, no entanto, Magrão não ia bem. Após um começo de temporada com falhas, o goleiro perdeu a condição de titular para o prata da casa Mailton após erro em clássico contra o Santa Cruz, que custou a derrota ao Leão. A partir dali, foram três meses como reserva, até a quebra de contrato
Pela longa e vitoriosa, sempre ficou o questionamento por um possível jogo de despedida pelo clube, algo que Magrão indica estar de acordo, mas faz questão de pontuar que não depende apenas dele. “Na verdade tem que partir das duas partes. Mas da minha parte, sim. Tem que ter a outra parte também. Não adianta ser só de mim”, concluiu o goleiro.
