
“Sou lá de Cuiabá e é claro que a minha família vai em peso assistir e torcer bastante pela gente lá na Arena Pantanal. Se eu puder, eu vou levar gato, cachorro, periquito”, confessou o prata da casa, que deve ser o titular no jogo que marca a estreia do Santa Cruz na Copa do Brasil. A partida será realizada às 21h30 e quem vencer fatura R$540 mil. Como joga de visitante, é o clube pernambucano quem possui a vantagem do empate.
Natural da capital mato-grossense, Maycon Cleiton começou a carreira aos 14 anos. Mas não como goleiro. Antes de ir para o gol, o jogador do Santa Cruz jogou na linha. Uma escolha que não durou muito tempo. “Eu era muito ruim na linha e comecei a treinar no gol, mas cheguei tarde e fiquei atrás dos meninos da minha idade”, disse o prata da casa, ao Globoesporte.com. Agora titular absoluto do Tricolor, o arqueiro projetou o duelo pela Copa do Brasil e disse que conhece ‘muito bem’ o Operário de Várzea Grande.
“Eu conheço muito bem Operário, conheço bastante, porque eu sou de lá, sei muito bem como é o clube. E a gente vem estudando eles pela análise técnica, o Itamar vem passando umas coisas para a gente e daqui para lá vamos estudar melhor pra saírmos com o resultado”, afirmou.
Viagem
A delegação do Santa Cruz embarcou na manhã desta segunda-feira rumo à Cuiabá, tendo 20 atletas relacionados para o jogo com o Operário Várzea-grandense. Desse número, além do próprio Maycon Cleiton, o centroavante Patrick Nonato e o volante Ítalo Henrique, são os compõem a lista de atletas oriundos das categorias de base da Cobra Coral.
Os pratas da casa integrados recentemente, os meias João Cardoso e Felipe Cabeleira, além do atacante Felipe Almeida - que fez sua estreia diante do Vitória, no último domingo, pelo Campeonato Pernambucano - e o volante André, não foram relacionados pelo técnico Itamar Schülle para disputar o duelo e ficam no Arruda.
Como a gente sempre conversando, essa maratona de jogo-viagem e pouco tempo para se treinar, pouco tempo para descansar. Mas a partir do momento que a gente entra dentro de campo, a gente tem que esquecer tudo isso. A comissão técnica vem fazendo um trabalho de recuperação pra gente, pra gente chegar o mais rápido possível descansado. Mas a partir o momento a gente não pode levar isso como desculpa, temos que dar a vida e esquecer.