
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“Eu não gosto muito de usar a imprensa ou rede social para resolver os problemas que temos entre a gente. Não fujo das minhas responsabilidades e como grupo, estamos devendo, sim. Quando falei que tinham algumas coisas, eram os salários atrasados. Mas também temos nossa parcela de culpa. Temos que assumir. Deixar para assumir faltando cinco rodadas pode ser tarde demais”, pregou.
Agora, com uma semana até a próxima partida e tempo para treinar, o camisa 1 afirmou que o técnico Givanildo Oliveira já começou a alterar alguns aspectos. Dentro e fora de campo. “Essa pausa não tinha um momento melhor para acontecer. Essa parada vai ser boa para vermos o que podemos corrigir. Fizemos um bom primeiro tempo contra o Criciúma e temos que consertar algumas coisas. Dentro de campo ele já começou a mudar algumas coisas e na conversa antes do treino ele queria que a gente mudasse a postura. Ele pediu que a gente não aceitasse tanto. Ele pediu que a gente não aceitasse tanto a derrota”, disse.
Cobranças
A cobrança por melhora não vem apenas do próprio elenco ou do técnico coral. Também vem das arquibancadas. Na última quinta-feira, um grupo de integrantes de uma facção organizada invadiu o treino para protestar contra a atual fase do time e cobrou os goleiros, únicos que estavam em campo, por resultados. Situação que Julio Cesar entendeu, mas não aprovou do modo que foi feita em alguns pontos.
“Comigo eles conversaram numa boa. Sou a favor de diálogo. Eles tiveram uma conversa bacana. O que acho chato e não concordo é que teve agressão aos seguranças e aos funcionários do clube. Não esperamos que o torcedor esteja satisfeito com nossa situação e sabia que era possível uma reação dessa. Espero que não tenha mais isso. Porque significa que estamos bem dentro de campo. Queremos reverter essa situação”, pontuou.