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Nando Chiappetta/DP"
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Eutrópio salienta que não deseja uma equipe violenta, mas que saiba usar do artifício das faltas na hora certa no jogo. “Fizemos poucas faltas no primeiro tempo, e a primeira nem foi falta, ao meu ver. Estava nítido que nós precisávamos parar as jogadas do meio-campo porque o Campinense estava com essa transição a todo momento e levando vantagem. A gente tem que aprender que falta faz parte do jogo, não é deslealdade, está na regra e a gente tem que cumprir”, declarou.
Na etapa final da partida da última quarta-feira, viu, porém, o Santa Cruz encaixar a marcação. “Estávamos espaçados no primeiro tempo. No segundo, até fizemos menos faltas porque compactamos, marcamos mais por zona, de forma mais equilibrada. Mas, de qualquer forma, o nosso time tem que ser duro.”
Para um melhor encaixe defensivo e uma maior produtividade ofensiva, o técnico pede tempo. “Não pode estar de forma alguma (entrosado), porque só temos 21 dias de trabalho. A gente vai adquirir isso com o tempo. Jogo a jogo, as peças vão mostrando, vamos adquirindo conhecimento de cada jogador. É um time em construção”, ponderou. Não nega que quer uma vitória sobre o Náutico, contudo. “Vamos em busca de mais um bom resultado, porque é um clássico.”