
A última vez que Barbio jogou com regularidade foi em 2015, pela Chapecoense. À época, estava, justamente, sob o comando do técnico coral, Vinícius Eutrópio, que o trouxe ao Arruda. O jogador até teria o seu contrato renovado com a equipe catarinense para 2016, mas o Vasco, detentor dos seus direitos econômicos, solicitou que ele se reapresentasse ao elenco cruzmaltino. O técnico Jorginho, porém, não o aproveitou no início de 2016 e ele acabou sendo cedido ao América-MG para jogar a última Série A do Brasileiro. Sem espaço no Coelho, recebeu uma proposta do Joinville e saiu de Belo Horizonte e voltou à Santa Catarina, mas desta vez sem sucesso.
Barbio não gosta nem de se recordar da temporada passada, em que também foi afligido por problemas musculares. "Foi um ano muito difícil para mim. Prefiro esquecer. Eu quase não joguei, e foi um ano de muita mudança. Joguei em três clubes. Ficar mudando é complicado para o jogador", disse. Projeta que questões clínicas não o impeçam de entrar em campo."Agora eu estou bem, 100%. Já pude jogar 45 minutos do jogo-treino (contra a Agap). Vou trabalhar para estar mais que 100%", emendou. Recomeço é o que anseia o atacante no Santa Cruz. "Para mim, é uma retomada. Espero cada dia estar crescendo junto do Santa Cruz."
"Substituto" de Keno
William Barbio vem para uma função exercida por Keno, negociado com o Palmeiras. As semelhanças entre ambos não estão só na aparência. Ele evita comparações. "É complicado. O Keno tem um estilo, eu tenho outro. É um pouco parecido. Mas eu tentar fazer o meu, dentro das minhas características e ajudar o Santa Cruz", pontuou.