
“Eu creio que não seja um jogo de vida ou morte, pois ainda estamos no começo da competição. Temos a total ciência de que estamos devendo, especialmente, no jogo em casa. Precisamos pontuar o máximo possível no primeiro turno da Série B e creio que uma vitória contra o CRB, fazendo um grande jogo, vai levantar o astral do grupo e nos fortalecer ainda mais como equipe”, disse.
Ainda que sem teor decisivo, o duelo poderá trazer “tranquilidade” para o time pernambucano na sequência da disputa. “Não é um jogo de vida ou morte, mas vai servir para nos dar uma tranquilidade a mais na competição. Vamos trabalhar para conseguir logo esses três pontos, essa primeira vitória para conseguirmos engatar uma sequência e se tudo der certo conquistar o objetivo no final da temporada”, reforçou.
AUSÊNCIA DA TORCIDA
Por conta da pandemia do novo coronavírus, a presença do público ainda não está liberada nos estádios. Para Jefferson, a ausência nas arquibancadas e no clima “pré-jogo” causa estranheza, mas é totalmente compreensível e “novo” para todos.
“Foi um pouco estranho. Estamos acostumados a ter o calor do nosso torcedor, a ter, por exemplo, a Avenida Alvirrubra na chegada ao estádio. Sentimos falta, mas, infelizmente, é o que temos nessa volta. É o que o futebol proporciona para todos os clubes, não só para o Náutico. Temos de nos adaptar”, afirmou.
O goleiro revelou também que, apesar do “vazio” dentro do estádio, o apoio e a “energia positiva” de torcedores que moram ao redor da sede do clube pôde ser percebido. Para ele, um privilégio.
“Deu para ouvir alguns torcedores que moram nos arredores dos Aflitos nos dando aquele apoio. Acho que poucos estádios no Brasil vão ter essa particularidade que tivemos. Mesmo em pequeno número, dá para sentir o carinho e a energia positiva que o torcedor passa”, encerrou o arqueiro do Náutico.