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"Acho que o Náutico foi um pouco além do que se pede quando se joga com o regulamento embaixo do braço. No primeiro tempo cedemos muito campo ao Cuiabá, só conseguimos encaixar um contra-ataque com o Wallace Pernambucano. No segundo tempo equilibramos um pouco mais defensivamente e seguramos um pouco mais o Cuiabá. Tanto que eles tentavam, mas a não ser bolas alçadas na área, Bruno só fez uma defesa", destacou.
"A entrada do Jobson (na vaga de Wendel) foi para quebrar a linhas da defesa através do passe. Tínhamos três jogadores velozes na frente, mas precisávamos construir as jogadas. E em uma jogada assim, saiu o gol da classificação", comentou.
Para Roberto Fernandes, a palavra que vem definindo o Náutico na temporada é "humildade". "Conheço muito bem o tamanho do Náutico. Mas o clube está na temporada mais difícil dos últimos 20 anos. Sei das deficiências, mas prefiro exaltar o que meu grupo tem de bom. É um grupo lutador, de transpiração, que sabe fechar os espaços e tem uma transição rápida. E dessa forma humildemente estamos buscando os nossos objetivos", finalizou.