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A estratégia para passar pelo Leão na visão de Páscoa é similar ao que foi aplicado nos dois Clássicos dos Clássicos de 2017. Saber marcar o forte sistema ofensivo dos rubro-negros pode ser primordial. “Acho que temos que neutralizar eles. Temos que ter uma marcação muito forte. Acho que o Sport vai vir em cima na empolgação da torcida e nós do Náutico sabemos que eles virão assim. Conhecemos o time deles e não acredito que terá muita novidade”, disse.
Favoritismo
Apesar da confiança na sua equipe, o zagueiro reconhece que o desafio do Náutico será dos maiores nesta semifinal. Admitiu que o Leão é o favorito, mas outra lição aprendida na Ilha do Retiro é que favoritismo não entra em campo ou garante título. “Quando vocês falam do Sport (como favorito) é pelo poder aquisitivo, que hoje é o maior do Nordeste. Tem um plantel que é o melhor do campeonato, se coloca como favorito. Mas participei de três campeonatos pelo Sport e só ganhamos um e o Sport era o franco favorito em todos”, lembrou.
Pela experiência adquirida do outro lado do duelo, Páscoa também se posicionou em relação ao Timbu ter apenas como vantagem decidir a segunda partida em casa. Na opinião do zagueiro, isso pode ser uma cilada, pois nem sempre atuar como mandante na partida decisiva significa se dar bem. Ainda mais quando gols fora de casa não valem nada, como é feito no Campeonato Pernambucano.
“Não vejo vantagem nenhuma em jogar a segunda partida em casa. Em 2014, fui campeão pelo Sport decidindo todos os jogos fora de casa. Fazíamos o resultado na Ilha do Retiro e íamos para o jogo fora com uma estratégia”, pontuou.