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“A falha para mim, o erro que eu sempre venho cutucando, foi não ter ganho do Bahia. Se tivéssemos feito o dever de casa, hoje estaríamos numa posição diferente: o Bahia com menos um ponto e nós, com mais dois e uma vitória a mais. Foi o maior erro. Ganhamos todos os outros jogos em casa, menos esse”, lamentou Givanildo. Para ele, o foco, agora, são os próximos jogos. “Mas já aconteceu e nós temos que correr atrás contra o Tupi. Vamos estar vivos na última rodada.”
Apesar de depender diretamente do resultado alheio, o treinador prefere voltar as atenções primeiramente para o próprio dever. “Nosso jogo começa antes e nós não temos que estar olhando para os outros. Temos que vencer para ir à última rodada vivos. Aí fica a parte interessante. Conseguir uma boa vitória e trabalhar a última semana com condições de subir ainda.” destacou.
Feito Inédito
Ninguém tem mais propriedade para falar em acesso que Givanildo Oliveira. São seis ao todo na carreira. Entre eles, um pelo Santa Cruz e outro pelo Sport. Para conseguir o primeiro com o Náutico e fechar o ciclo com o Trio de Ferro, o técnico vai precisar de forças que fogem do seu controle. O imponderável do futebol. O que não o deixa satisfeito, mas não é descartado. “Isso é ruim. Mas, como diz a história, em futebol tudo acontece. Temos que ganhar do Tupi para não ter arrependimento porque, vai que o Bahia perde para o Atlético-GO na última rodada?”, projeta Givanildo, sem mostrar afobação. “Primeiro o Tupi.”